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Cat sitting Ana Castanheira

Serviço humanizado na guarda de gatos Tlm: + 351 917055346 - anapmcastanheira@gmail.com - Carcavelos, Cascais, Portugal Também em ajudanahora.com/cat-sitting

Cat sitting Ana Castanheira

Serviço humanizado na guarda de gatos Tlm: + 351 917055346 - anapmcastanheira@gmail.com - Carcavelos, Cascais, Portugal Também em ajudanahora.com/cat-sitting

O ano a acabar e há mais gatinhos para cuidar

Vagas em Dezembro e novidades.

Se nas próximas férias de Natal e Ano Novo prefere deixar o seu gato em ambiente tranquilo, eu cuido do seu animal de estimação com as suas indicações no meu espaço ou em sua casa. 

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Gosto muito de gatos e tenho experiência em cuidar deles. Para além dos cuidados básicos de alimentação e higiene, faço-lhes companhia e brinco com eles, dou-lhes atenção, ajudo-os em questões de comportamento e de adaptação e levo-os ao veterinário em caso de emergência.

De cada vez recebo apenas os gatos pertencentes ao mesmo dono e não tenho outros animais no espaço em Carcavelos.

Primeiro contacto por telefone ou email referindo o que precisa, o número de gatos e por quantos dias. Contacte-me 917 055 346 ou anapmcastanheira@gmail.com!. O preço indicado é de 8€ para um gato por um dia. O valor final é negociável consoante o número de dias e de gatos.

Até dia 13 de Dezembro tenho 2 gatinhos comigo, mas estou disponível para ir a casa tomar conta do seu gato e claro receber mais gatinhos daí em diante.

Para que possa ser um valor justo pelo meu trabalho e acessível para quem o procura, trabalho nas regiões de Cascais, Oeiras e Sintra num raio de 12 km sensivelmente.

Estou inscrita na rede da Zaask, com o selo de profissional avaliado. ;-)

É um gosto poder ajudar os donos a viajarem e ausentarem-se descansados, e desfrutar da companhia única de cada gatinho que cuido.

Algumas imagens e videos de serviços de cat sitting deste ano estão em:

 

Grata em poder ajudar. 

 

Família de acolhimento permanente procura-se.

Desde o início de Novembro que escolhi ajudar a Associação Pé Ante Pata, tornando-me família de acolhimento de 3 gatas resgatadas duma casa no concelho de Oeiras, onde viviam 10 gatos e um casal de meia-idade que deixou de ter dinheiro para pagar a casa.

 

Pessoas idosas isoladas e solitárias que entram em processo de demência, o flagelo do desemprego e crise económica que continua a desalojar pessoas são razões entre outras para muitos animais de estimação perderem as suas famílias e os seus lares.

 

Acompanho de perto todo o incansável esforço desta Associação que faz das tripas coração para avaliar o estado de saúde destes animais, desparasitar, esterilizar as que precisavam, medicar, alimentar, dar-lhes areia e tudo o que necessitam para fazê-las recuperar da fome e da falta de cuidados de que foram vítimas.

 

O meu papel é o de ser família de acolhimento temporária: garantir o bem-estar delas, dar-lhes atenção, observar os seus comportamentos e ajudá-las a socializar entre si e com outros seres humanos.

 

Maia.jpgMaia

Ao fim de três semanas, as meninas Molly, a brincalhona, 5/6 anos (tricolor), Maia, a ativa, 3 anos (preta) e Maria, a meiga companheira, 8 anos (tigrada), ganharam peso e recuperam os miminhos depois de muito tempo de escassez. Brilha-lhes o pelo e a tranquilidade instalou-se na vida destes animais.

 

Com elas aprendi mais sobre esta espécie animal que tanto admiro e a estreitar os laços com a personalidade única de cada uma delas. Com elas aprendi mais profundamente sobre o significado de cuidar e sou-lhes imensamente grata por isso mesmo.

 

A Maria já tem um dono e eu ficaria muito feliz se as conseguisse ajudar a todas a ter um(a) dono(a) muito responsável, porque elas merecem, porque todos os animais merecem ser bem tratados, ter uma família de acolhimento permanente e vitalícia.

 

A Maia e a Molly já estão esterilizadas e desparasitadas. Saibam mais em:

 

Adotar Maia:

http://www.adopta-me.org/animal.php?sid=4b3b68433f724f&animal_type_id=1

Adotar Molly:

http://www.adopta-me.org/animal.php?sid=6822355a272e6d&animal_type_id=1&breed_id=1&gender=0&fur_color=13

 

Molly.jpgMolly

Cat sitting para mim é também poder ser família de acolhimento temporário e ajudar gatinhas resgatadas a encontrarem famílias permanentes de adoção.

 

Bem hajam.

 

Ana Castanheira ( cat sitter)

 

https://ajudanahora.com/cat-sitting

Maria Gata- um cat sitting muito especial

maria deixa-se ver.jpg

 

Entre o ritmo acelerado, o barulho de fundo, a imensidão de coisas nas quais dispersamos a nossa atenção, existem mundos e mundos que nos passam completamente ao lado.

 

 

Em meados de Setembro, foi-me pedido que tomasse conta de uma gata com cerca de 6 anos que viveu cerca de 4 anos na rua. A Maria é uma gata tigrada muito bonita que se desabitou do contacto humano, não confia, não se aproxima, vive distante, comendo às escondidas e escondendo-se em sítios inacessíveis. Corta o coração lidar com um gato que não mia, que não interage connosco. Corta o coração ter de ir procurá-la em casa para ver se ela está bem. Corta o coração observar este bichinho em stress apesar de todos os nossos esforços de falar meigamente com ela, tentar que se entusiasme e distraia com brinquedos discretos, de dar-lhe bombons para gato e latas gourmet para tentar estreitar os laços, e obter pouquíssimos resultados. Passados quinze dias connosco começou a dar o ar da sua graça deixando-se ver ocasionalmente em cima do sofá, olhando para nós desconfiada e escondendo-se se nos aproximávamos dela. Será possível um dia esta gatinha deixar que alguém lhe faça uma festa? Será que o tempo irá curar parcialmente as suas memórias emocionais? Será possível um dia ela deixar-se convencer e acreditar que pode confiar de novo nos seres humanos?

 

maria come à sucapa.jpg

 

Por ti Maria, e por todos os gatinhos que habitam as ruas, aqui partilho o cenário desconhecido de muitos de nós.

De todos os gestos que impactam as vidas do próximo, hoje em dia por esse Portugal fora, e principalmente nos grandes meios urbanos,é comum encontrar mais e mais animais abandonados, e associações e grupos de pessoas em prol dos animais, que nascem como cogumelos para se dedicarem a tirá-los da rua, a avaliarem o seu estado de saúde, a cuidarem deles vacinando-os e esterilizando-os para que possam ter de novo um lar com donos que os amem como um membro da família, para que aconteça o que acontecer não voltem a viver sem abrigo, sem protecção, sem alimento, sem carinho e atenção.

Desde 2010 até 2014 o número de animais abandonados aumentou cerca de 41%. Em cada 5 animais, 4 são cães, 1 é gato. Nestes últimos anos houve um número crescente de famílias que deixaram de conseguir sustentar-se e aos seus animais de estimação e por isso, sem conseguirem procurar outras respostas encontram no abandono a solução.

Em 2015 o número de animais abandonados parece estar a baixar comparativamente aos últimos anos. Até Agosto foram recolhidos pelos centros de recolha municipais cerca de 1644 gatos. Mas existem muitos outros gatos abandonados de difícil contabilização a serem recolhidos por particulares e associações e o ano ainda não acabou.

A lei criada desde Outubro de 2014 pode ter contribuído ou não para a diminuição de animais abandonados. Os maus tratos infligidos a um animal doméstico passaram a constituir crime punível com dois anos de prisão. O abandono pode chegar aos seis meses de cadeia. Mas apesar das queixas existentes na GNR, apenas algumas dezenas são efectivamente consideradas práticas criminosas.

 

maria gata 3.jpg

Mas afinal porque existem tantos animais nas ruas?

Há muitas vezes dificuldades a nível municipal em controlar a população dos animais errantes.

Os gatos errantes não castrados, ou as gatas não esterilizadas reproduzem-se muito facilmente. Uma gata pode ter em média 12 gatinhos num ano, 3 partos por ano. Se procriar ao longo de toda a sua vida são mais de uma centena de gatinhos. Ainda que nem todos sobrevivam é um número demasiado elevado.

Do concelho de Cascais e particularmente na região de Carcavelos e São Domingos de Rana, chegam-me muitas vezes pedidos de resgate de animais de rua. Em zonas de vivendas ou em terrenos abandonados formam-se colónias de animais, em algumas situações criando problemas de saúde pública.

 

O que podes fazer para ajudar?

Se tens um gato ou uma gata que deixas ir à rua, esteriliza-os. Sem saberes podes estar a dar origem a muitas vidas na rua! Procura junto de associações ajuda, existem hoje em dia locais e veterinários que fazem a operação a preços mais em conta. Se de todo não tens dinheiro para fazê-lo, não os deixes ir para a rua.

Se queres ter um gatinho, é preferível adoptares a comprares. Existem muitos gatinhos a precisar de ajuda.

Se não podes ter um gatinho permanentemente, podes sempre acolher temporária e pontualmente.

Cada vez que uma pedra cai num lago formam-se ondas concêntricas que perduram até as perdermos de vista, movendo água, plantas e terra até às margens, até ao fundo do lago.

Miau! - vai dizer a Maria em sinal de agradecimento.

 

Quando os gatos mordem

O seu gato morde enquanto brinca ou quando está a receber festinhas?

 

Vista a sua gabardine de detective, vá buscar a lupa, e investigue connosco.

 

A-    O seu gato sempre o arranhou desde pequenino?

1-Se sempre brincou com ele quando era pequeno usando as mãos, ele continuará a querer fazê-lo enquanto adulto. Ele entende a sua mão como se fosse outro gatinho ou a sua presa e por isso morde e arranha.

 

O que fazer?

As unhas e dentes de um gatinho bébé não são as mesmas que as de um gato adulto e por isso é importante que brinque com o seu gato usando paus com fios, tipo cana de pesca e brinquedos pendurados que afastem a sua mão da boca e das garras do seu gatinho, podendo brincar entre 2 a 10 minutos, duas a três vezes ao dia para que ele possa manifestar a sua natureza e gastar as suas energias sem o ferir.

A energia de caçar é perdida num gato que viva exclusivamente em casa. Hoje em dia existem no mercado, brinquedos contém alimentos lá dentro e assim simular uma caçada por comida para o seu gato.

 

2-Se pensarmos um pouco todos nós temos partes do corpo mais sensíveis a cócegas, sendo que alguns de nós somos mais intolerantes a cócegas do que outros. Com o gatinho também se passa o mesmo, normalmente é sensível nas patas, cauda, orelhas e barriga, sendo que alguns podem sê-lo em outras zonas do corpo. Nestes casos é natural que se defenda mordendo e arranhando.

 

O que fazer?

Se quiser pode treinar o seu gato a ser mais permissivo quando lhe faz festas em zonas mais sensíveis. Para isso identifique quais são essas partes e em que situação é que ele reage negativamente e pouco a pouco experimente fazer-lhe uma festa nessa zona e dar-lhe um reforço positivo, um biscoito de gato. Se vir que resulta pode ir aumentando o tempo de festas nesse local.

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B-    Ou o comportamento do seu gato alterou-se inesperadamente? De repente começou a mordê-lo? Porque razões podem acontecer estas alterações súbitas de comportamento?

Como animais extremamente sensíveis e inteligentes, a razão de tal acontecer pode ser uma destas duas:

 

1-Activação de memórias passadas

Muitas vezes, com o gesto das festas ou de brincar podem ser activadas memórias dos seus primeiros meses de vida (o que aprendeu com a sua mãe gata e os seus irmãos, as pessoas que o trataram, o tipo de tratamento que recebeu e o meio ambiente onde viveu esses primeiros momentos da sua existência), assim quando recebe festas, reage, acabando por morder, pois para ele não ficou claramente armazenado na sua memória que essa experiência de afecto é segura e de confiança.

 

2-Alteração de rotinas

Por mais tímido ou independente que o seu gato possa parecer ele é um animal social. Os gatos que ficam sozinhos durante muito tempo, sem estímulos, tornam-se entediados e distantes e por isso muito frequentemente reagirão brincando agressivamente com seus donos. Este comportamento agressivo frequentemente toma a forma de arranhar e/ou morder.

Verifique se algo se alterou na sua rotina com ele, a sua disponibilidade para brincar, a sua ausência por um período maior de tempo. Ele pode estar a chamar a sua atenção para isso e a dizer-lhe :-Quem controla a situação sou eu!

 

O que fazer?

Deixar de brincar com ele ou de lhe fazer festas não é a solução. A não ser que ele seja demasiado agressivo e nesse caso deve consultar o seu médico veterinário ou um especialista em comportamento de gatos.

Sempre que brincar com ele não use as suas próprias mãos, use brinquedos ( tipo cana de pesca, ou varinha) que permitam o devido distanciamento das mãos.

Se lhe estiver a fazer festas, observe bem a sua cauda, se estiver a mexer-se, é sinal que existe alguma tensão e que o seu gato a seguir pode morder. Esteja atento e termine sempre a brincadeira antes que ele morda. E se ele morder, diga não, retire a mão, calmamente, se o fizer muito rápido pode ficar magoado ou arranhado, e afaste-se dele, mostrando que não gostou da brincadeira. Ignore-o durante alguns instantes e não vá ter com ele, deixe que ele se aproxime.

Seja persistente. É possível alterar o comportamento do seu gato, com paciência e firmeza de gestos para que a mensagem seja bem entendida.

Tente não deixar seu gato sozinho por longos períodos de tempo. Brinque com ele seguindo as indicações descritas anteriormente e observe as alterações.

Se o gatinho ficar demasiado entusiasmado com a brincadeira, abrande o ritmo e a intensidade.

Boas investigações.

 

 

 

Os gatos vêem a cores ou a preto e branco?

Durante muito tempo pensou-se que os gatinhos viam a preto e branco, mas na realidade não é bem assim.

 

Segundo experiências científicas atuais é possível saber que os nossos queridos felinos:

 

-Têm visão periférica com maior alcance (30º) que a dos humanos ( 20º) - ver imagem 1 no artigo em anexo

-A imagem que vêem não tem muita definição- ver imagem 1 no artigo em anexo

-Conseguem focar um objeto apenas a menos de 6 metros - ver imagem 2 no artigo em anexo

-A sua visão de cores é menos vibrante do que a dos seres humanos, resultado de diferentes densidades de fotorreceptores nas suas retinas - ver imagem 3 no artigo em anexo

como veem os gatos.jpg

 

-O seu campo visual é de 200º graus e o do humano 180º - ver imagem 4 no artigo em anexo

-Vêem melhor que os humanos quando há pouca luz - ver imagem 6 no artigo em anexo

-E além de verem melhor no escuro, os gatos são também melhores do que os seres humanos a captar movimentos rápidos - ver imagem 7 no artigo em anexo

 

 

Ver artigo original e completo em inglês neste link: http://www.wired.com/2013/10/cats-eye-view/